Considere a situação hipotética onde não se respeita mais os antigos professores de Yoga. Então, seus alunos, de forma superficial, frequentam suas aulas, e não se dedicam de forma profunda ao aprendizado.
Já se colocam na posição de criticar o professor, não concordei com ele neste momento, faria diferente dele naquele outro momento. Então os alunos inventam sua própria maneira de aprender, e por extensão, de ensinar também.
Como isto se torna uma tendência geral, então novos tipos de Yoga são criados e ensinados em grande volume, para o bumbum, para dormir, para beber, para suar, para o intestino e até para cantar…

Ao refletir sobre esta situação HIPOTÉTICA, fica evidente as consequências. O próprio aluno é o que mais perde. Ele não consegue se submeter nem ao método, nem ao conhecimento do professor. A transmissão do saber, que precisa de relacionamento e maturação, nunca acontece.

Tive a felicidade de ainda aprender o Yoga à moda antiga, junto com o convívio próximo, familiar, com o Professor. Tanto com o Professor Hermógenes, como com Lino Miele, esta proximidade de orientação aconteceu. Não quer dizer que concordava, ou concordei, com cada palavra e cada gesto deles para comigo, para com outros, mas RESPEITAVA, entendia, assimilava, sobretudo, APRENDIA.
Transformava a experiência em APRENDIZADO.

10 anos de trabalhos juntos, 6 anos para a produção da biografia, profunda relação entre Vitor e Hermógenes

Mas também concordo que é muito mais fácil discordar, fugir, criticar, e fornecer ao mundo carente, novidades e lançamentos, que o RESPEITO não teria a coragem nem de imaginar.

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