Aprenda porque Mindfulness é muito mais do que meditação. Com professor ordenado pela tradição.

Veja as incríveis mudanças que a meditação causa no cérebro

Veja as incríveis mudanças que a meditação causa no cérebro aqui neste artigo.
Mais do que uma explicação de mudanças comportamentais, vou te falar aqui sobre mudanças físicas.
E para isto, vou precisar explicar um pouquinho sobre o cérebro.

Principais partes do cérebro

O cérebro está dividido em quatro lóbulos com ligações entre si, no centro das fissuras.
Cerebro - Veja as incríveis mudanças que a meditação causa no cérebro

Lobo Frontal

É o maior dos quatro, se estende por trás da testa. Responsável pelos mais simples movimentos físicos, como também pelas funções do aprendizado, do pensamento, da memória e da fala.

Lobo Parietal

Localizado por trás do frontal, se estende até a parte posterior da cabeça. Responsável pela percepção espacial e pelas informações sensoriais de dor, calor e frio.

Lobo Temporal

Localizado na base do parietal, até a altura dos ouvidos é responsável pelos estímulos auditivos.

Lobo Occipital

É o menor dos quatro, situado na parte posterior do temporal, recebe e processa as imagens visuais.

Esta é uma divisão geral, pois cada parte ainda tem regiões que são responsáveis por funções bem específicas.
cerebro função - Veja as incríveis mudanças que a meditação causa no cérebro

 

Veja as incríveis mudanças que a meditação causa no cérebro segundo o Jornal Whashington Post

Segundo a neurocientista Sara Lazar, do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, em seu primeiro estudo analisou meditantes de longo prazo versus um grupo de controle. “Descobrimos que os meditantes de longo prazo têm uma quantidade aumentada de substância cinzenta nas regiões ínsula e sensorial, no córtex auditivo e sensorial. O que faz sentido. Quando você está atento, está prestando atenção à sua respiração, aos sons, à experiência do momento presente e desliga a cognição. É lógico que seus sentidos seriam aprimorados.”

Mas quando Lazar aprofundou seu olhar, ela descobriu que está bem documentado que nosso córtex diminui à medida que envelhecemos – é mais difícil descobrir e lembrar as coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, os meditadores de 50 anos tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que os de 25 anos.
Então os estudos se seguiram, e mais foi visto como:

  1. Grande diferença no cingulado posterior, que está envolvido em divagações e auto-relevância.
  2.  O hipocampo esquerdo, que auxilia na aprendizagem, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporo parietal, ou TPJ, que está associada à tomada de perspectiva, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco cerebral chamada Pons, onde são produzidos muitos neurotransmissores reguladores.

A amígdala, a parte de luta ou fuga do cérebro, importante para a ansiedade, o medo e o estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que passou pelo programa de redução de estresse baseado na atenção plena. A mudança na amígdala também foi correlacionada a uma redução nos níveis de estresse.

Por estas e outras razões, a prática de meditação poderia ser adotada amplamente no processo educacional e na rotina de hábitos das pessoas.
Em nossos diversos cursos, e na terapia online, ajudamos as pessoas a criarem rotinas que possibilitam a prática da meditação, pois estabilizam o corpo físico na produção e manutenção destas alterações positivas no cérebro.

Sugestão de leitura imperdível para quem quer começar

Neste vídeo lhe apresento 5 dicas fantásticas de livros que você vai querer ler se quiser começar a meditar direito.

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