Por onde ministro aulas e cursos, escuto esta palavra de diferentes formas: RADICAL.
Uma das definições da palavra é ser ligado à raiz, à origem, a outra, é ser afastado do tradicional, do usual. A terceira, e última das definições, é ser extremado.

No curso “Excelência da Dieta Nutritiva” apresento pesquisas sobre dietas que curam graves doenças, e também as últimas pesquisas na área da nutrição que endossam a performance de alto nível de atletas veteranos, mantendo-se em nível de competição por muito mais tempo. (saiba mais em www.cienciameditativa.com)

healty-food

Ao adotar parâmetros semelhantes para minha vida, vejo muito preconceito e dificuldade das pessoas em se abrirem para a possibilidade de uma dieta saborosa, mas mais nutritiva. A insistência em se manter nos velhos hábitos não saudáveis, chega ao ponto de se expressarem com o termo: radical!

O mínimo de dicas que poderíamos dar para uma alimentação mais saudável seria:
1 – quanto mais natural, menos industrializado, melhor.
Sódio, químicos e processados são danosos às saúdes, e estão muito presentes nos produtos industrializados.
2- quanto mais colorido, com verde e companhia, mais rico em nutrientes.
O verde é poderoso em micronutrientes especialmente, e sua companhia colorida perfeita, são as frutas, variar e abusar delas, garantirá uma rica nutrição
3- sabor delicioso e satisfação são fundamentais.
A alimentação tem forte componente emocional, caprichar no sabor e manter a barriga cheia, nos mantém no controle da escolha, e aí, podemos escolher melhor.

Assim sendo, sim, ser saudável é ser radical, pois vamos nos nutrir de alimentos mais originais, isto é, naturais ao nosso corpo. É radical por ser diferente do tradicional, pois o tradicional é ruim, é danoso, faz mal, engorda e entorpece.

Ao mesmo tempo não é radical ser saudável, pois é preciso ser radical contra a saúde do corpo para se entupir de químicos, açúcares e álcool facilmente oferecidos pela indústria alimentícia. Radical é negar-se a perceber os óbvios sinais destes malefícios.

Por Vitor Caruso Jr. em Julho de 2015

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *