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O Budismo e a Paz livre de artifícios

Ao me deparar com notícias sobre o uso de substâncias para experiências espirituais, ou mesmo o uso do álcool como estímulo para mais alegria e desenvoltura, resolvi escrever este artigo.

O Buda desenvolveu alguns preceitos básicos, para qualquer um que quisesse seguir seus ensinamentos. Mesmo que você não quisesse ser um monge, ou seguir uma vida dedicada à espiritualidade, estes preceitos básicos seriam o mínimo a ser buscado, por qualquer um que se interessasse em aprender mais dos ensinamentos de Sidarta Gautama.

Vitor e o Mestre Zen Thich Nhat Hanh, expoente na história do Budismo
Vitor e o Mestre Zen Thich Nhat Hanh, expoente na história do Budismo

Entre os preceitos básicos de não matar, ou fala cuidadosa, está o preceito de não fazer uso de substâncias que alterem o estado de consciência.

Porque será que o Buda colocou isto como preceito inicial, básico, para qualquer pessoa que quisesse aprender?

Meu professor Thich Naht Hanh destaca a importância de percebermos o álcool como principal droga responsável pela violência familiar, acidentes de carro e também a introdução ao mundo das drogas ilícitas.

Do ponto de vista espiritual, não só o Buda, mas Patanjali, o organizador dos ensinamentos sobre o Yoga, salientam claramente que o uso de substâncias nos afasta de uma maturidade espiritual.

Ainda vale destacar o uso entre jovens, e também adultos imaturos, do álcool e outras substâncias como para diversão, ou se sentirem-se mais relaxados e soltos. Do ponto de vista do desenvolvimento pessoal, este uso leva a uma maior dificuldade de auto-conhecimento e capacidade interna de descompressão de tensões. Em caos mais graves, à própria dependência, onde a pessoa acaba por necessitar destas substâncias para conseguir uma condição psíquica mais equilibrada.

Conheço pessoalmente vários casos, vários, de pessoas que usam festas com bebida para na verdade esconderem suas dificuldades e problemas emocionais atrás de uma expressão alegre e sorridente.

O caminho do ser evoluído é determinar sua própria alegria, sorrir de maneira saudável da vida, não esconder suas dificuldades, aceitá-las e trabalhá-las. Evolui sua consciência espiritualmente, de maneira sólida, através de conhecimento e auto-conhecimento, trabalho e esforço pessoal, sem atalhos, mas sim, por mérito.

O Budismo fala de um caminho natural de desenvolvimento
O Budismo fala de um caminho natural de desenvolvimento

Em tempos de tanta discussão política, na espiritualidade, e no desenvolvimento emocional, o mérito também tem importantíssimo papel.

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Por Vitor Caruso Jr. em Abril de 2015

5 comentários em “O Budismo e a Paz livre de artifícios”

  1. Sandra Pintaudi Lebrão

    Olá Vitor!
    Estou muito interessada no seu curso de Psicologia e Budismo, mas as datas pra eu ir até SJC estão batendo com outros compromissos.
    Vc não dará esse curso em SP?
    Ab.
    Sandra

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